quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Uma poesia pra ele...

Em letras, uma parte de mim se coloca... inteiramente,
Com um pouco de receio, confesso
Mas da forma que consigo fazer
O som e a voz já não se fazem necessárias
São palavras, construções, devaneios?

Traduzir o trivial é quase incomum:
É única e simplesmente o fato de vê-lo passar por entre tantas outros
É o sorriso daquele ato tão comum de se reconhecer?
Sequer me vê..
O que sei mesmo é que ele vê tantas...
Para mim, pode ser só o olhar, só o movimento, só o ato de estar ali...

Ele se transborda como poucos, se esparrama
Conhece todos, ele tem todos tão perto.
Parece amar demais ou será uma tentativa de simplesmente querer ser amado?
Será que ele sabe o que é a distância? Será que ele já sentiu isso?

Por mim ele passa direto, parei de sonhar demais
Não pretendo ensinar o que é distância a quem se acostumou a ter pessoas tão perto,
Apenas me conformo, não é minha vez,

"Vou armar minha rede na nuvem..."


(resolvi me aventurar no mundo da poesia, tenho fé que um dia alguma coisa melhor que isso vai sair ;) haha)

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