domingo, 29 de janeiro de 2012
Ah, os vinte e poucos...
É sempre assim: O mundo vai acabar, nada nunca vai dar certo, se não for agora não vai ser mais. Ter vinte (ou vinte e poucos) anos e ver algo dando errado não é fácil, ainda mais quando a escolha é alheia a nossa. Querer pertencer a um grande grupo ou ser parte de todos os acontecimentos é quase obrigação e, não importa o que falem, por si só você (acha que) sabe: Não pode sequer pensar em falhar aos vinte anos. Ora, mas que bobagem! Definir a vida toda com menos de um quarto de século não é obrigação, é simplesmente um capricho, uma vontade. E não se trata nem de conformidadade, a palavra aqui é “entendimento”. Amadurecer requer abrir mão do que - para nós, meros jovens mortais - é necessário. Com o tempo se descobre que as oportunidades continuarão se abrindo à nossa frente e, muita coisa que não deu certo agora, poderá ser melhor depois. Nós só temos vinte anos, e, pra que toda essa obrigação de fazer tudo acontecer já? Calma, menina! A vida há de esperar (nem que seja um pouco) até que finalmente descobriremos - às vezes mesmo que tarde ou à duras penas - pra quê esse medo de perder? Pra que evitar certos riscos? Nós somos mesmo “tão jovens”. :)
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