Me jogo daquele meu jeito torto. Eu definitivamente não nasci pra ser metade, uma parte. Eu continuo acreditando na simplicidade da vida e, bem, pode até soar um tanto piegas, mas as pessoas sempre podem mais do que acham, e é isso que continua me mantendo mesmo quando muita coisa faz questão de sair dos eixos. Um abraço longo me apaixona. Eu preciso de muitos, muitos e diariamente. Recarregam, fazem parte. Não sou apenas dos braços abertos, sou também dos sorrisos abertos, das noites mal dormidas regadas à desabafos que normalmente terminam com declarações de amor, de amizade e daquela cumplicidade de quando as palavras param de ser necessárias. Eu sou das pessoas. E por fim, preciso delas, de algumas delas que ainda fazem tudo isso valer a pena. O que mais eu preciso? Não preciso mais, apenas vivo. "Vivo de amor profundo".
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